A inteligência artificial já aparece em fluxos que reduzem risco clínico em hospitais brasileiros. A adoção, porém, ainda é baixa.
Segundo a TIC Saúde / CGI.br, apenas 18% dos hospitais usavam IA no ano anterior — menos de 2 em 10. A adoção é maior em unidades com mais de 50 leitos.
A matéria do O Globo descreve usos concretos:
• InRad / HC-FMUSP: IA generativa para laudos e consolidação de documentos do prontuário (a reportagem cita 300+ documentos por paciente)
• Santa Casa: UTI neonatal
• Nove de Julho / Américas: modelos 3D pré-cirúrgicos
• Rede D’Or: transcrição de consulta
Para qualidade e gestão, o ganho aparece onde o processo já está desenhado. Sem fluxo, a ferramenta não fecha o risco — só acelera a operação como ela está.
Fonte: O Globo (31/08/2026) — oglobo.globo.com
